#19 - Dorival Caymmi - Canções Praieiras (1954)

Sep 19, 2013
#19 - Dorival Caymmi - Canções Praieiras (1954)

LadoA

“Maniçoba no ar”. A voz e o tratamento hormonal do Augusto. A convidada Talita Parteka. Versos do Paulo Cesar Pinheiro sobre Dorival. Marca registrada e marca inimitável do Caymmi. Centenário próximo. A memória falhada de Nivaldo. Envolvimento do Dorival com os rádios do Rio de Janeiro. Vivência e incorporação do mar. Descendência de italianos com a mistura mulata: a origem do grande compositor. A mistura musical e a picardia do baiano. O pai de Caymmi achava que Dorival tocava violão mal. Inovação na forma de tocar o instrumento. “O mar” é a música que ilustra a vida artística do compositor. Caymmi hiptoniza. A bronca do pai de Caymmi e o ensino dos acordes. A estória do famoso bordel sem nome do Rio: participação do pai dele e o papel do boêmio. “Pé que não anda não dá topada”. O violão pictórico de Dorival: o artista figurativo. A vivência da Itapoã do início do século.

LadoB

Veraneios de Caymmi. Bento existiu! Nivaldo presenciou Noel Rosa. 2000 léguas submarinas. Kirk Douglas. Protótipo do 707. Primeira eleição para prefeito de Curitiba. Amparo do São Francisco. A neta de Nivaldo. Angela Merkel. Rita Cadilac. Getúlio Vargas. Augusto Lumiere. Brasil, o mar e o praierismo Caymmiano. Arnaldo Antunes: O “canto das coisas em si”, do Dorival. O ritmo, a poesia e a crueldade do ambiente do pescador. A amizade com Jorge Amado. O encontro e a ligação intensa com o escritor conterrâneo. O vatapá de Jorge Amado. Parcerias. O livro “Mar Morto” e a obra de Caymmi. O contemplar da beleza e a fúria. A paixão da Talita pela obra de Jorge Amado. A religião Afro. A revolução chamada Carmem Miranda. O filme Banana da Terra. “ O que é que a baiana tem”. A estória do Balangandã. Influência do Dorival para a Bossa Nova. O violão forte base para a Bossa Nova. Ligação com João Gilberto.


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