#17 - Gilberto Gil - Refazenda (1975)

Jun 22, 2013
#17 - Gilberto Gil - Refazenda (1975)

LadoA

Poema de Paulo Leminski para Gil. Gilberto, o cosmopolita. Leitor antropofágico do poeta Esra Pound. A trilogia RE, junto com realce e refavela. Refazenda foi um retorno à cultura nordestina misturado à cultura Pop. Infância em Ituaçu. Participação brilhante de Dominguinhos. Luiz Gonzaga, o mestre maior. Primeiro instrumento foi acordeon. Gil é um caleidoscópio. A interpretação subversiva de Refazenda. A comunidade alternativa que não deu certo. O concretismo e o amor à palavra. O papel de João Gilberto. A revolução de “Pai e Mãe” e sua ligação com o debate contemporâneo da homoafetividade. O lado conservador de Gil: a formatura em administração. “Eu vim da Bahia”. Chico Buarque achou que Gil era melhor que ele. Elis e alavancamento da carreira de Gilberto Gil. Jeca Total, Monteiro Lobato, Gabriela. Ligação importante com a família. A cultura alimentar oriental. Miles Davis, Tuti Moreno e Jards Macalé. O papel do rádio na cultura cotidiana da época: “Essa é pra tocar no rádio”.

LadoB

A tropicália: Gil foi um dos pilares. Refazenda foi o primeiro disco onde Gil se encontrou. Primeira edição da Playboy no Brasil. Margareth Thatcher. Queen e o Bohemian Rapsody. Atentado em Beirute. Camila Morgado. Gary Neville. São Josemaria Escrivá e a Opus Dei. Dave Alexander. Gil foi o único latino a tocar no festival de White. No exílio se envolveu com o ambiente londrino. A caminhada contra a guitarra. Os Mutantes e o Festival de 1967. A crise emocional momentos antes. “Domingo no Parque”. Momentos de tensão na apresentação do “È proibido proibir”. Chuva de paus de tomates. Lamento Sertanejo: Homenagem à cultura que o velho Lua fundou. Doces Bárbaros, banda Hippie. Visual simbiótico. Acabaram em Florianópolis: a erva maldita. O enfraquecimento da ditadura. A internação no Hospício. A estória de “Drão” e “Flora”. Ligação com a família Ruiz-Leminski.


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